Web, aplicativo instalado ou segurança: o que separa os três planos para pequenas e médias empresas
Resumo
Entenda como diferenciar Business Basic, Standard e Premium, evitar assinaturas duplicadas e alinhar aplicativos instalados, colaboração e segurança às necessidades da sua empresa, com mais controle.
A empresa que pagava por um plano e comprava de novo o que já tinha
A diretora abriu a lista de assinaturas para cortar custo e encontrou três funções pagas em duplicidade: uma ferramenta de tarefas contratada à parte, um serviço de armazenamento para trocar arquivo grande e uma assinatura de videoconferência. Tudo isso já vinha incluído no pacote que a empresa assinava havia quatro anos e que ninguém tinha aberto. No mesmo mês, o computador de um vendedor foi roubado sem que houvesse qualquer forma de apagar o conteúdo dele à distância.
O que mudou quando o pacote deixou de ser só programa de escritório
Durante muito tempo, escolher esse tipo de assinatura era escolher a versão do editor de texto e da planilha. Era uma decisão de escritório, e a diferença entre um plano e outro cabia em uma linha. O que mudou é que o pacote virou infraestrutura: ele guarda o e-mail, guarda o arquivo, hospeda a reunião, organiza a tarefa e, no plano mais completo, protege o equipamento e a identidade de quem entra. A decisão saiu da mesa do escritório e foi para a mesa de quem responde pelo risco.
Impacto prático nas empresas
No Microsoft 365, o Business Basic entrega e-mail, Teams, SharePoint e OneDrive com os aplicativos rodando no navegador e no celular, sem instalação no computador. O Business Standard acrescenta os aplicativos instalados na máquina, e é isso que resolve planilha pesada, trabalho sem internet e uso do Outlook completo. O Business Premium inclui tudo isso e soma a camada de segurança gerenciada, que os outros dois não têm em nenhuma hipótese.
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Cenários reais de aplicação
Uma equipe de operação que só consulta e-mail e participa de reunião funciona bem no Basic, e pagar mais por ela é desperdício. O time de escritório que vive dentro de planilha e apresentação precisa do Standard. Já a empresa que guarda dado de cliente, atende setor regulado ou tem gente usando o próprio celular para trabalhar precisa do Premium, porque é ele que permite exigir autenticação por condição, apagar o conteúdo de um equipamento perdido e classificar o documento que não pode sair.
Pontos de atenção
Não é obrigatório colocar a empresa inteira no mesmo plano, e essa é a economia que quase ninguém faz: perfis diferentes recebem licenças diferentes, dentro do mesmo contrato. Existem também versões sem o Teams, criadas por exigência regulatória, que confundem na hora da compra e mudam o preço. E vale lembrar que o plano mais completo entrega recursos que precisam ser ligados e configurados, porque licença atribuída não é recurso em funcionamento.
Como a Memory pode apoiar
A Memory é parceira Microsoft e licencia pelo programa CSP, com contrato e nota fiscal em real, e mantém o catálogo aberto em lp.memorycomp.com.br/microsoft-365-business, onde qualquer empresa cota e compra sozinha, com cadastro na hora. Para quem quer apoio, o trabalho começa no desenho de quantos usuários vão para cada plano e segue com o Memory Care, em memorycomp.com.br/servicos/memory-care.
Conclusão
A escolha entre os três planos não deveria começar pelo valor por usuário, e sim por duas perguntas: quem precisa do aplicativo instalado na máquina e quais dados a empresa não pode perder nem ver vazar. Respondidas essas duas, o plano se define quase sozinho e a conta costuma cair, porque assinatura duplicada some. A recomendação é revisar a lista de assinaturas ativas antes da próxima renovação.
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